Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, e de Lojas de Conveniência, e de Empresas de Lava-Rápido e de Empresas de Estacionamento de Santos e Região – Sindicombustíveis Resan.

Postos & Serviços"Um mercado competitivo não se faz com concentração"


"Toda história de integração vertical traz uma concentração, e isso não leva a um mercado perfeito e saudável. Nós queremos que o pequeno, médio e grande empresários atuem juntos”, diz Abel Leitão, vice presidente da Brasilcom. Confira

DEZ 2, 2019

Matéria publicada na edição de novembro/2019 da revista Postos & Serviços

"Queremos um mercado competitivo. E um mercado competitivo não se faz com concentração. Toda história de integração vertical traz uma concentração, e isso não leva a um mercado perfeito e saudável. Nós queremos que o pequeno, médio e grande empresários atuem juntos”.

A defesa acima foi feita por Abel Leitão, vice-presidente da Brasilcom, entidade que reúne 40 distribuidoras regionais brasileiras de combustíveis instaladas em quase todos os estados, durante a audiência sobre verticalização realizada na Câmara dos Deputados. Leitão disse, ainda, não acreditar que a mudança no modelo de concessão traga vantagens ao consumidor.

“Vejo como inoportuna essa discussão nesse momento, pois acaba sendo uma distração de problemas que temos na distribuição e no setor de combustíveis, causados pelo comércio irregular, que cria uma concorrência desleal. Estudo recente estima que R$ 7,2 bilhões sejam sonegados pela figura do devedor contumaz só na área de combustíveis. Isso tira do mercado os bons empresários”.

Além disso, ele ponderou a necessidade de dar mais transparência à privatização das refinarias. “Pregamos a não integração vertical tanto da revenda quanto distribuição, como também entre refinaria e distribuição. Isso pode ser um desastre para a concorrência. O País precisa de mais estudo e transparência se quer privatizar refinarias.

“Vivi nos Estados Unidos e quero chegar naquele nível de mercado. Mas temos que ter senso de realidade. Não saberemos para onde ir, se não sabemos onde estamos. Precisamos, então, saber apontar e criar as pontes para chegarmos a esse mercado perfeito dos americanos. O Brasil ainda não é os Estados Unidos”. Abel Leitão, vice-presidente da Brasilcom 


Comentários

Deixe seu comentário

Notícias Relacionadas