Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, e de Lojas de Conveniência, e de Empresas de Lava-Rápido e de Empresas de Estacionamento de Santos e Região – Sindicombustíveis Resan.

Postos & Serviços26 anos de parceria entre associados e o Resan

MAIO 13, 2019

Muitas empresas associadas ao sindicato acompanham desde o início – ou pelo menos há muitos anos – as diversas conquistas do Resan em prol do seu quadro associativo. Confira

Matéria publicada na edição de abril/19 da revista Postos & Serviços

Há 26 anos, nascia o Sindicombustíveis Resan. Um sindicato criado para defender os interesses dos associados, sejam eles postos de combustíveis, lojas de conveniência, lava-rápidos, estacionamentos ou trocas de óleo, localizados na Baixada Santista e Vale do Ribeira. Ao longo dos anos, o Resan se consolidou por sua atuação junto ao governo e órgãos, como o Ipem, Procon, ANP... Afinal, sempre teve como meta a defesa permanente de um livre mercado, regido por leis justas e que protejam o varejo, assim como a manutenção da moralidade concorrencial.

Muitas empresas associadas ao sindicato acompanham desde o início – ou pelo menos há muitos anos – as diversas conquistas do Resan em prol do seu quadro associativo. E, assim como nós, cresceram e se fortaleceram neste mercado repleto de leis, obrigações e encargos. Para celebrar as diversas histórias de luta, que as consolidaram no mercado como referência para as demais empresas, Postos & Serviços traz, nesta edição, depoimentos de empresários que sempre tiveram o Resan como suporte. Confira!

"Nós precisamos estar juntos" 

Alzira Pontes começou sua trajetória como revendedora de combustíveis em 1994, com o Auto Posto Alvorada de Miracatu (Hoje Dom Pedro). Pouco tempo depois, já havia se associado ao Resan, porque, segundo ela, era necessário unir forças. “Nós precisamos estar juntos. Infelizmente, percebi logo no início que os donos de postos eram muito desunidos. Então, eu e meu antigo sócio nos associamos para estar junto e buscar as novidades em primeira mão”.

Nessa época, quase não existia internet. Então, Alzira guardava uma pasta com todas as circulares e avisos enviados pelo correio pelo sindicato. “Ainda bem que hoje temos a facilidade de encontrar tudo de forma online. Mas, quando isso não existia, aquela pasta salvava a gente em diversos momentos”.

Alzira participou das reuniões promovidas pelo sindicato e se orgulha de ser representada por uma entidade que busca informar o associado sempre em primeira mão. “Principalmente com as mudanças nas legislações, algo tão complicado para nós”.

Hoje, a revendedora conta com o Posto Laridany (inaugurado em 1998), Posto de Combustíveis Vale (2016) e um terceiro localizado em Ponta Grossa, no Paraná (2018), que o filho toma conta. “Tirando o do Paraná, por conta da localidade, todas as empresas são associadas. Não entendo porque tem dono de posto que não se associa. O apoio do Resan é essencial”. 

"Sei que o sindicato briga sempre pela gente"

Foi em 2000  que Ildo Dutra de Almeida resolveu deixar o ramo de alimentos para tocar um posto de combustível. A oportunidade apareceu e lá no Auto Posto Agenor de Campos que uma trajetória se sucesso se iniciou. “Mesmo sem experiência, resolvi arriscar. O José Hernandes estava em campanha para o segundo mandato do sindicato e passava, com frequência, aqui no posto. Me associei, pois era muito difícil lidar com algo até então desconhecido”.

Com o apoio que recebeu, Ildo cresceu no ramo e conquistou novas empresas. Adquiriu o Posto Mont Mar em 2002; o Auto Posto Flórida Mirim em 2007; e, em 2009, construiu, do zero, o Auto Posto Reobote. “O sindicato sempre foi um parceiro, que me ajudou nas ações trabalhistas e demais dúvidas que iam surgindo. Frequentei muito o Resan, nos evento e reuniões promovidas... Hoje a distância me impede um pouco, mas o sindicato está sempre presente com o apoio oferecido por meio das assessorias jurídicas”.

Ildo ressalta que a luta de um revendedor de combustíveis é diária. Todos os dias, ele percorre os quatro postos para ‘apagar um incêndio ou outro’. “Somos muito fiscalizados, seja pelo Procon, Ipem... infelizmente, não há muita tolerância no nosso setor. É difícil sermos taxados de bandidos. Mas sei que o sindicato briga sempre pela gente. É só ver as andanças do Zezinho por Brasília, em reuniões nos outros sindicatos e órgãos”. 

"Sem o sindicato, talvez não estaríamos com as cinco empresas que temos hoje"

Os irmãos Dilson, Enedir e Ester Fonseca (foto) estão no comando do Auto Posto Montana de Registro há 19 anos. Desde a inauguração da empresa, em abril de 2000, eles se associaram ao sindicato. “Eu não tinha experiência nenhuma no ramo. Surgiu essa oportunidade de adquirir o posto e eu resolvi arriscar. E, desde o início, o sindicato se apresentou como uma base, uma segurança que nós tínhamos, afinal, pouco sabíamos sobre o ramo de combustíveis”, comenta Dilson.

Segundo ele, o Resan sempre foi um suporte, orientando o melhor caminho a seguir. “Sem o sindicato, talvez não estaríamos com as cinco empresas, pois não teríamos essa retaguarda. O Resan é diferente de outros sindicatos, pois está sempre atuando”.

Atualmente, a família administra cinco postos: AP Montana de Registro (pioneiro, inaugurado em 2000), AP Montana de Cajati (2005), AP Montana Vila Tupi (2011), Posto Triângulo de Cajati (2015) e AP Iguape, que será inaugurado no final do ano.

“Recorremos muito ao sindicato, principalmente nas questões jurídicas. Não é fácil abrir uma empresa hoje, por causa dos impostos e de todas as obrigações. Mas vamos levando. Se não progredirmos, ficamos para trás. Aos trancos e barrancos vamos levando, sempre com o apoio do Resan, que está sempre brigando por melhores condições para a categoria”, comenta Ester. 


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