Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, e de Lojas de Conveniência, e de Empresas de Lava-Rápido e de Empresas de Estacionamento de Santos e Região – Sindicombustíveis Resan.

Postos & ServiçosDisruptura: O que isso tem a ver conosco?

JUL 2, 2018

Tudo. O Sindicombustíveis Resan comemorou seu 25º aniversário de fundação num momento de grandes transformações. Leia matéria da revista P&S de maio/2018.

Matéria publicada na edição de maio da revista Posatos & Serviços.

Tudo. O Sindicombustíveis Resan comemorou seu 25º aniversário de fundação num momento de grandes transformações. Todas as autoridades presentes na grande festa de comemoração das bodas de prata do sindicato foram unânimes em dizer que o revendedor precisa se reinventar, buscar novos nichos, valorizar o metro quadrado de sua empresa, agregar valores e negócios e, com isso, fidelizar clientes. 

Mas a mensagem mais dura para muitos empresários do nosso principal segmento é que o combustível não deve ser mais o carro-chefe do seu negócio. Há player pensando num modelo de posto a ser implantado a curto prazo em que o combustível é apenas um componente. 

Chegamos, então, guardadas as devidas proporções, à disruptura do posto. O consumidor continua sendo o alvo de todas as companhias. Todas querem que eles associem as marcas à qualidade, mas a busca maior é por boas experiências. E o que é isso? Seria apenas uma disputa pela preferência em função de qualidade e preço? Não. Definitivamente o que se almeja despertar
no consumidor são sentimentos de satisfação, de prazer. 

Marcelo Grinsztajn, gerente regional da BR Distribuidora para o Litoral, Vale do Paraíba e ABCD, resume com clareza o novo momento do setor. “Todas as nossas pesquisas indicam que abastecer não é uma atividade prazerosa para o cliente. Ninguém acorda de manhã doido para abastecer o carro, mas acorda, sim, com vontade de comer algo gostoso na BR Mania. É preciso 
mudar o conceito de posto para algo prazeroso, local para passar um tempo com a família e onde o combustível será um detalhe”.

O gerente de Relações Setoriais da Raízen, James Assis, também destaca a satisfação do cliente como missão do posto revendedor. E isso não tem a ver apenas maior ou menor octanagem do combustível ou tecnologia. “O revendedor precisa achar seu nicho de mercado. O que os consumidores precisam? De combustível, de conveniência, de uma farmácia, correio, cabeleireiro? Tem que olhar o mercado futuro também. O posto pequeno precisa fidelizar sua comunidade, ver qual a necessidade que ela tem e aí criar metro quadrado. Desta forma ele vai rentabilizar o negócio dele - e não focar apenas em combustíveis”.

Quando se fala em experiências, a Ipiranga tem um case de sucesso que confirma a transformação do mercado e o oferecimento de mais espaço para novos negócios. É a Beer Cave, câmaras refrigeradas para compra de pacotes de cerveja já gelada. Vagner Calvetti, diretor de Relações Institucionais da companhia, diz que a meta é “levar ao consumidor aquilo que ele precisa e deseja encontrar com toda facilidade, segurança e facilidade para estacionar, ao mesmo tempo que pode abastecer seu veículo”. 

 


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