Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, e de Lojas de Conveniência, e de Empresas de Lava-Rápido e de Empresas de Estacionamento de Santos e Região – Sindicombustíveis Resan.

IpemIpem fiscaliza postos da região

NOV 3, 2017

Desde maio, os postos que cobram um valor maior do que à quantidade de combustível injetada no tanque do veículo do consumidor podem ter a inscrição cassada por 5 anos.

Instituto de Pesos e Medidas do Estado (Ipem-SP) lacrou bombas em oito postos na Baixada Santista por fraudes volumétricas no abastecimento. As ações ocorreram nos últimos dois anos e foram responsáveis por fechar unidades em Santos (3), Guarujá (2) e Praia Grande (2) e São Vicente (1). O coordenador da regional do órgão estadual na Baixada Santista, Luís Antonio Godinho da Silva, explica que essas ações ocorreram antes das regras mais duras para evitar a fraude. “Não tínhamos como cassar a licença de funcionamento. Apenas interditávamos a bomba e atuávamos o dono do estabelecimento”.

Desde maio passado, os postos que cobram um valor maior do que à quantidade de combustível injetada no tanque do veículo do consumidor podem ter a inscrição cadastral cassada por cinco anos. Isso significa que os postos serão fechados. No igual período, quem for pego nesta modalidade de fraude fica proibido de pedir cadastro de nova empresa nesse ramo de atividade.

Após a adoção das regras, o Ipem-SP fiscalizou 4.592 bombas nos postos de combustíveis da Baixada Santista, Vale do
Ribeira e Litoral Norte. Desse total, 574 foram reprovadas com desvios mínimos acima da margem de 100 mililitros permitida. E 104 medidores receberam sanções. “Não foram lacradas por não serem compradas fraudes”, diz Silva. 

FONTE: A TRIBUNA


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