Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, e de Lojas de Conveniência, e de Empresas de Lava-Rápido e de Empresas de Estacionamento de Santos e Região – Sindicombustíveis Resan.

FiscalizaçãoGLP fica 12,9% mais caro nesta quarta

OUT 11, 2017

O aumento é calculado de acordo com a política de preços divulgada em junho e reflete “principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional”

O gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, vendido em botijões de até 13 quilos (GLP P-13), conhecido como gás de cozinha, fica 12,9% mais caro a partir desta quarta-feira (11). A Petrobras informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o aumento, calculado de acordo com a política de preços divulgada em junho deste ano, reflete “principalmente, a variação das cotações do produto no mercado internacional”.

A companhia acrescentou que, como a legislação brasileira “garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor”. O impacto no consumo dependerá de repasses por distribuidoras e revendedores, advertiu.

A empresa destacou que o ajuste não tem incidência de tributos. Caso seja repassado integralmente aos preços ao consumidor final, a estimativa é que o preço do botijão de GLP P-13 suba em torno de 5,1%, em média, ou cerca de R$ 3,09 por botijão, informou a Petrobras. O último reajuste foi feito em 26 de setembro.

Sindigás

O Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) calcula que o reajuste oscilará entre 7,8% e 15,4%, de acordo com o polo de suprimento.

De acordo com a entidade, a correção aplicada não repassa integralmente a variação de preços do mercado internacional. Diante disso, o Sindigás estima o preço do produto para botijões até 13 quilos “ficará 6,08% abaixo da paridade de importação, o que inibe investimentos privados em infraestrutura no setor de abastecimento”.

Fiscalização

Postos de serviços que vendem botijões de GLP devem estar atentos ao que diz a resolução da ANP com as normas específicas. Entre os erros mais comuns e que mais geram multas estão:
  
1. Botijões fora da área de armazenamento; 
2.  Quantidade de botijões incompatíveis com a classe da revenda; 
3.  Placa de preço apagada; 
4. Piso da área de armazenamento NÃO pavimentado ou concretado; 
5. Falta do Mapa Controle Movimento Mensal - MCMM; 
6. Falta da delimitação do corredor de inspeção; 
7. Quantidade de extintores de incêndio incompatíveis ou vencidos; 
8. Comercializar marcas sem ter atualizado cadastro junto a ANP; 
9. Ausência de Notas Fiscais de venda e compra; 
10. Endereços divergentes entre o cadastro da ANP com o Alvará Funcionamento ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) 

 

(Com informações da Agência Brasil)


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