Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, e de Lojas de Conveniência, e de Empresas de Lava-Rápido e de Empresas de Estacionamento de Santos e Região – Sindicombustíveis Resan.

GPA pode testar nova jornada permitida pela reforma Trabalhista

6 DEZ 2017

O Estado de S.Paulo 
 

06/12/2017 –

O Grupo Pão de Açúcar (GPA) pode testar em algumas de suas lojas a jornada de trabalho de 12 por 36 horas, que passou a ser aceira pela reforma trabalhista. A jornalistas, o presidente da companhia, Ronaldo Iabrudi, afirmou no entanto que a empresa “olha com muita cautela e muita responsabilidade” os novos modelos de contrato permitidos pela reforma.

 De acordo com o executivo, a companhia avalia implementar a nova jornada num formato “piloto” em algumas lojas. A percepção inicial da companhia, disse ele, é que a jornada 12×36 poderia ser benéfica porque reduz o tempo gasto por empregados no transporte até o trabalho, já que o número de vezes que o trabalhador precisa ir de casa ao local de trabalho é menor.

Desempenho. O GPA espera investir cerca de R$ 1,3 bilhão a R$ 1,4 bilhão em 2018, patamar próximo do aportado nos últimos anos, conforme informou a jornalistas nesta terça-feira, 5, Ronaldo Iabrudi. A maior parte dos recursos será destinada a projetos de expansão, como abertura de novas lojas da rede de “atacarejo” Assaí e reformas na rede Pão de Açúcar.

O foco no ano que vem continua na rede de “atacarejo”. Assim como em 2017, o GPA espera abrir 20 novas lojas da rede, embora nem todas sejam imóveis completamente novos.

A companhia vai seguir com a estratégia de transformar lojas que antes eram hipermercados Extra em pontos do Assaí. A expectativa, no entanto, é que o número de lojas convertidas seja menor do que em 2017: neste ano, das 20 novas lojas Assaí, 15 vieram de conversões.